Certa vez escrevi em um cartão para minha mãe:
"Mãe, não escolhi você, Deus escolheu você pra mim. Agradeço a Ele por escolher exatamente quem eu escolheria."
É incrível nossa satisfação por nossas mães. Aconteça o que acontecer, amamos nossas mães incondicionalmente. Nós não a escolhemos. Simplesmente fomos gerados a partir delas, por uma decisão de Deus, não nossa, nem dela. E, por conta disto, um laço de amor sobrenatural é gerado. É intrigante, curioso, ver uma criança agarrada ao corpo de sua mãe logo após uma bela chinelada! Que amor é esse? De onde Deus tirou um sentimento tão sublime? A chinelada não doeu? Ou será que, independente da dor, somos capazes de reconhecer ali um abrigo seguro até contra a própria dor?













