Coluna de Fogo

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Bem Vindo ao Coluna de Fogo

História do Brasil - Aula 13: Brasil República

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RESUMO

A fase conhecida como Brasil República teve início com a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, marcando o fim do Império no país e a adoção de um regime republicano e presidencialista. Este período é caracterizado por profundas transformações políticas, econômicas e sociais, incluindo a consolidação de novas instituições e a redefinição do papel do Estado. Dividido em várias etapas, como a Primeira República, a Era Vargas e o Regime Militar, o Brasil República abrange um século de história onde o país experimentou ciclos de desenvolvimento e crises, além de uma crescente urbanização e industrialização. O início deste período, conhecido como a República da Espada, foi marcado pelo governo de militares que enfrentaram desafios significativos na consolidação do novo regime.

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COPA DO BRASIL 2024: Flamengo Campeão

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A conquista do Flamengo na Copa do Brasil 2024 foi absolutamente incrível! Sob o comando do técnico Filipe Luís, o time mostrou uma campanha soberana, vencendo adversários de grande calibre e demonstrando um futebol de excelência. ⚽

No jogo de ida contra o Atlético-MG, o Flamengo venceu por 3 a 1 no Maracanã, com uma atuação espetacular que deixou os torcedores entusiasmados. No jogo de volta, apesar de uma partida mais equilibrada, o gol de Gonzalo Plata garantiu a vitória por 1 a 0 na Arena MRV, selando o título com um placar agregado de 4 a 1.

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História do Brasil - Aula 10: Da Independência ao fim do Primeiro Reinado

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RESUMO

Independência do Brasil (1822)

Em 1808, a família real portuguesa fugiu para o Brasil devido à invasão de Napoleão. Com isso, o Brasil passou de colônia a parte integrante do Reino Unido de Portugal e Algarves. Em 1820, a Revolução Liberal do Porto em Portugal pressionou D. João VI a retornar a Lisboa, mas ele deixou seu filho, Dom Pedro, no Brasil como regente.

Em 7 de setembro de 1822, Dom Pedro proclamou a Independência do Brasil às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo, com o famoso "grito do Ipiranga". Isso marcou o início do Brasil como um país independente.

Primeiro Reinado (1822-1831)

Após a Independência, Dom Pedro foi coroado imperador e se tornou D. Pedro I. Durante o Primeiro Reinado, o Brasil enfrentou diversos desafios, como a consolidação da independência, a criação de uma nova constituição e conflitos internos.

Em 1824, foi promulgada a Constituição Brasileira, que estabeleceu a estrutura do novo estado e incluiu o "Poder Moderador", que dava ao imperador um poder significativo. No entanto, o governo de D. Pedro I foi marcado por conflitos com as elites locais e problemas econômicos.

Fim do Primeiro Reinado (1831)

O Primeiro Reinado terminou em 7 de abril de 1831, quando D. Pedro I abdicou do trono em favor de seu filho, Pedro de Alcântara, que se tornaria D. Pedro II. A abdicação foi resultado de descontentamento popular, problemas econômicos e pressões políticas.

Áudio da Aula 10



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História do Brasil - Aula 9: A Corte no Rio de Janeiro

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Paço de São Cristóvão - Quinta da Boa Vista

RESUMO

A chegada da Corte Portuguesa ao Rio de Janeiro ocorreu em 1808, quando o Príncipe Regente Dom João VI transferiu a corte para o Brasil devido à ameaça das tropas de Napoleão Bonaparte. Esse movimento foi estratégico para proteger a família real e o império português.

Durante a permanência da corte no Rio de Janeiro, a cidade passou por profundas transformações. A população aumentou significativamente, novos edifícios foram construídos, e a cidade se tornou um centro cultural e político vital. A chegada da corte também trouxe melhorias na infraestrutura, como a construção de chafarizes, pontes, calçadas, iluminação pública e a organização de festas públicas.

O desfecho dessa mudança ocorreu em 1821, quando Dom João VI retornou a Portugal após a derrota de Napoleão (Batalha de Waterloo – 1815), deixando seu filho, Dom Pedro I, como regente no Brasil.

Em 1822, Dom Pedro I proclamou a independência do Brasil, marcando o fim da permanência da corte portuguesa no Rio de Janeiro e o início de uma nova era para o país.

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História do Brasil - Aula 12: Segundo Reinado

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Segundo Reinado (1840-1889)

O Segundo Reinado foi o período da história do Brasil em que o país foi governado pelo imperador Dom Pedro II, desde sua coroação em 1840 até a Proclamação da República em 1889. Este período foi marcado por profundas transformações políticas, econômicas e sociais.

Contexto e Fases

O Segundo Reinado começou com o Golpe da Maioridade, que antecipou a maioridade de Dom Pedro II para que ele pudesse assumir o trono aos 14 anos. O período pode ser dividido em três fases principais:

Consolidação (1840-1850): Dom Pedro II estabeleceu seu poder e controlou as províncias rebeldes.

Auge (1850-1865): O poder do imperador era amplo e sua posição estava consolidada.

Declínio (1865-1889): Surgiram contestações contra a posição de Dom Pedro II e a economia do país não estava indo bem.

Política

A política do Segundo Reinado foi marcada pela presença de dois partidos principais: o Partido Liberal (luzias) e o Partido Conservador (saquaremas). Ambos defendiam ideias que favoreciam a elite econômica, mas diferiam em relação ao poder central, com os liberais lutando por mais autonomia provincial e os conservadores por mais centralização.

Economia

A economia do Segundo Reinado foi fortemente influenciada pelo cultivo do café, que se tornou o principal produto de exportação do Brasil. Houve um período de prosperidade conhecido como Era Mauá (1840-1860), durante o qual o país experimentou um crescimento significativo.

Abolição da Escravatura

A abolição da escravatura foi um dos marcos mais importantes do Segundo Reinado. A Lei Áurea, assinada em 1888, pôs fim à escravidão no Brasil, resultado de uma intensa mobilização popular e política.

Guerra do Paraguai

A Guerra do Paraguai (1864-1870) foi um conflito significativo durante o Segundo Reinado. O Brasil, junto com Argentina e Uruguai, lutou contra o Paraguai, resultando em uma grande perda de vidas e recursos.

Fim da Monarquia

O Segundo Reinado terminou com a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, quando militares liderados por Marechal Deodoro da Fonseca depuseram Dom Pedro II e proclamaram a República.

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História do Brasil - Aula 11: Período Regencial

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RESUMO

O Período Regencial no Brasil (1831-1840) foi um momento de transição e instabilidade política após a abdicação de Dom Pedro I. Com a saída do imperador, o país foi governado por regentes até que seu filho, Dom Pedro II, atingisse a maioridade. Aqui estão os principais aspectos desse período:

Contexto e Início

Abdicação de Dom Pedro I: Em 7 de abril de 1831, Dom Pedro I abdicou em favor de seu filho, Pedro de Alcântara, que tinha apenas cinco anos.

Formação das Regências: O Brasil passou a ser governado por regentes, inicialmente na forma de uma Regência Trina Provisória e, posteriormente, pela Regência Trina Permanente (1831-1835) e pela Regência Una (1835-1840).

Conflitos e Revoltas

Cabanagem (1835-1840): Movimento popular no Grão-Pará, que envolveu conflitos armados entre diferentes grupos sociais.

Farroupilha (1835-1845): Revolta no Rio Grande do Sul, caracterizada pelo confronto entre fazendeiros e o governo central.

Sabinada (1837-1838): Revolta ocorrida na Bahia, liderada por militares e membros da classe média urbana.

Balaiada (1838-1841): Levante de camponeses e escravos no Maranhão, contra as elites locais e o governo.

Reformas e Acontecimentos Importantes

Ato Adicional de 1834: Emenda constitucional que descentralizou o poder e criou as Assembleias Legislativas Provinciais, dando mais autonomia às províncias.

Regência Una de Feijó (1835-1837): Padre Diogo Antônio Feijó foi eleito regente uno, mas enfrentou forte oposição e renunciou ao cargo.

Regência Una de Araújo Lima (1837-1840): Pedro de Araújo Lima assumiu como regente uno, tentando estabilizar o país diante das revoltas e agitações.

Fim do Período Regencial

Golpe da Maioridade (1840): Em 23 de julho de 1840, foi declarado que Dom Pedro II, então com 14 anos, havia atingido a maioridade, encerrando o Período Regencial e iniciando o Segundo Reinado. Este ato foi apoiado por diferentes grupos políticos que desejavam mais estabilidade e um governo centralizado.

O Período Regencial foi essencial para moldar o futuro do Brasil, embora tenha sido marcado por conflitos e instabilidade. Ele pavimentou o caminho para a consolidação da monarquia sob Dom Pedro II e a pacificação do país.

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Conversa com Casimiro de Abreu

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- Tava eu de boa trocando uma ideia com o Casimiro e dei um papo pra ele montar um comércio ali na praça, aproveitando o bom movimento no local... Não sei porque, mas ele ficou muito chateado. rsrs...

⚠️ Só vai rir quem conhece a história! Quem arrisca explicar o drama⁉️


CLIQUE NO "Leia Mais" para entender a história.

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A VIDA É INTRIGANTE

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Centelha Diária

2 Samuel 7.1-2

"Ora, estando o rei Davi em sua casa e tendo-lhe dado o Senhor descanso de todos os seus inimigos em redor, disse ele ao profeta Natã: Eis que eu moro numa casa de cedro, enquanto que a arca de Deus dentro de uma tenda."

No texto, Deus havia pacificado o reino, e neste período de tranquilidade, no auge da ociosidade, "deu na telha" de Davi construir uma casa para Deus. O rei "leva um fora" do Criador do tipo: "Eu pedi para alguém fazer uma casa pra mim?!". Precisamos, sim, sonhar com momentos de paz e desejar que a crise e as dificuldades terminem, isto é natural do homem; mas sabedores que, quando tudo passar (se é que passará), fatalmente entraremos num período improdutivo, sem vitórias, inventando o desnecessário. Aproveite a crise, é neste momento que somos mais dependentes e sensíveis em reconhecer a vontade de Deus. Nos momentos de dificuldades que realizamos as maiores proezas e Deus realiza os maiores milagres.


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Frases para pensar

"Quando algum fato novo entra na mente humana, ele deve agir de modo a sentir-se em casa; deve apresentar-se aos residentes anteriores da casa. Esse processo de apresentação de novos fatos é chamado de pensar. E, em contrário ao que parece ser pressuposto muito comumente, pensar não pode ser evitado pelo cristão."

J. Gresham Machen